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Artigos Interessantes
 
Distúrbios epigenéticos e subfertilidade masculina

Céline Chalas Boissonnas, M.D., Ph.D., Pierre Jouannet, M.D., e Hélène jammes, Ph.D.

Objetivo: Estabelecer uma ligação entre a epigenética e a subfertilidade masculina ao nível de DNA, histona-protamina e RNA e suas consequências na fertilização e desenvolvimento embrionário.

Desenho: revisão da literatura relevante.

Cenário: Laboratórios clínicos e de pesquisa da Universidade.

Pacientes:Homens férteis e inférteis.

Intervenção: nenhuma.

Principal medida de desfecho: revisão crítica da literatura.

Resultados: marcadores epigenéticos podem ser modificados em pacientes inférteis. As modificações epigenéticas incluem perda ou ganho de metilação em nível global e em genes que sofreram imprinting, altos níveis de retenção de histona em espermatozóides e deficiências de alguns transcritos envolvidos na espermatogênese. É interessante notar que tais anormalidades estão todas interligadas, pois a manutenção da metilação de DNA depende da configuração histona-protamina do DNA, que é estabilizada por RNAs de espermatozóides.

Conclusões: Por muito tempo o genoma paterno foi considerado silencioso e passivo na formação do embrião. Os processos epigenéticos associados com o DNA do genoma paterno enfatizam sua importância na fertilidade masculina, assim como no desenvolvimento embrionário. (Fertil Steril 2013;99:624-31. 2013 by American Society for Reproductive medicine).

Palavras-chave: Epigenética, infertilidade masculina, metilação, histona, RNAs de espermatozóide.



Fonte: Fertility and Sterility Vol. 5 No. 1 Junho 2013, Edição Latino-Americana.

Transferência de embrião fresco versus congelado em ciclos de fertilização in vitro: a sistemática revisão e meta-análise

Matheus Roque, M.D., Karinna Lattes, M.D., Sandra Serra, M.Sc., Ivan Solà, B. Psych., Selmo Geber, Ph.D., Ramón Carreras, Ph.D., e Miguel Angel Checa, Ph.D.

Objetivo:  analisar as evidências disponíveis para avaliar se a criopreservação de todos os embriões e posterior transferência de embriões congelados ( FET ) resulta em melhores resultados em comparação com a transferência  a fresco .

Projeto : revisão sistemática e meta -análise.


Ambiente: Centros de assistência reprodutiva.

Paciente (s) : paciente Infertil .

Intervenção (s) : Durante Dezembro de 2011  foi feita uma busca na literatura eletrônica  no MEDLINE , EMBASE e Cochrane Library. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados que comparam os resultados de ciclos de fertilização in vitro entre transferências de embriões frescos e congelados .


Resultado principal medida (s) : Os desfechos de interesse foram a taxa de curso da gravidez , a taxa de gravidez clínica e aborto.

Resultado ( s) : Foram incluídos três ensaios respondendo por 633 ciclos em mulheres com idade entre 27-33 anos. A análise dos dados mostrou que resultou em FET. As taxas de gravidez significativamente maior em curso e as taxas de gravidez clínica.


Conclusão ( s) : Nossos resultados sugerem que há evidências de que os resultados de fertilização in vitro pode ser melhorada através da realização de FET em comparação com  transferência de embriões frescos. Isto poderia ser explicado por uma melhor sincronia embrião - endométrio alcançado com ciclos de preparação do endométrio ( Fertil Steril 2013; ? . 99:156-62 2013 pela American Sociedade de Medicina Reprodutiva).

Palavras -chave: transferência de embriões frescos , transferência de embrião congelado , receptividade endometrial , gravidez.


Fonte: Fertility and sterility, Vol. 99 No. 1 January 2013, Published by Elsevier.


Taxas de implantação e gravidez a partir de embriões vitrificados

Patrícia Miyuki Tsuribe, Irene Maria Coimbra, Oilton Liberati Vieira.

Objetivo: O objetivo principal deste estudo foi avaliar a eficácia da técnica de vitrificação na viabilidade dos embriões, implantação e gestação com intuito de introduzir como procedimento de rotina em pacientes com hiper-estímulo ovariano.

Materiais e métodos: Embriões viáveis de pacientes provenientes de fertilização in vitro vitrificados utilizando protocolo da Irvine Scientific pelo sistema fechado. Foram avaliados 28 ciclos de vitrificação e desvitrificação de embriões realizados entre os períodos de janeiro de 2010 a dezembro de 2012 na Clínica Reproduction, Presidente Prudente-SP.

Resultados: Foram vitrificados no total de 176 embriões. O número médio de embriões vitrificados/desvitrificados por paciente foi de 5, totalizando 140 embriões desvitrificados. Desses embriões desvitrificados, 78, 6% (110/140) apresentaram-se morfologicamente viáveis (pelo menos 50% dos blastômeros íntegros) e 75% (105/140) dos embriões descongelados foram transferidos. Nos 28 ciclos em que houve transferência, uma média de 3,75 embriões foram transferidos por paciente, dos quais resultaram em 17 gestações bioquímicas, e destes 8 gestações chegaram a termo (28,6%) e taxa de implantação embrionária foi de 20%.

Conclusão: Pode-se concluir que o método de vitrificação de embriões é uma técnica eficiente, com altas taxas de sobrevida, possibilitando o armazenamento dos embriões excedentes com boas taxas de gravidez em ciclo de descongelamento.

Palavras-chave: vitrificação, embrião, implantação, clivagem.

Fonte:JBRA-Assisted Reproduction. V.17, nº6, Nov-Dec.2013


Obesidade feminina e a Fertilização in vitro: resultados.

Joana Gonçalves Koatz, Maria do Carmo Borges de Souza

Objetivo: Avaliar o efeito da obesidade feminina nos resultados de fertilização in vitro (FIV) em seis parâmetros: dosagem de gonadotrofinas utilizadas, número de oócitos recuperados e fertilização, gravidez, aborto e taxas de nascidos vivos.

Método: Pesquisa bibliográfica em artigos PUBMED em inglês, entre 2008 e 2013, utilizando as seguintes palavras-chave: mulher, obesidade e fertilização in vitro. Os restantes 13 chegaram à conclusão de que a obesidade tem um efeito negativo sobre alguns dos parâmetros avaliados. No entanto, não houve consenso sobre o seu efeito.

Conclusão: Mais estudos são necessários para esclarecer o real papel da obesidade em pacientes do sexo feminino submetidas a fertilização in vitro, mas a perda de peso antes do tratamento deve ser sempre incentivada.

Palavras-chave: feminino, obesidade e fertilização in vitro.

Fonte: JBRA-Assisted Reproduction. V.17 nº 6, Nov-Dec/2013


Frequência de fertilizações anormais e de embriões precoces em ciclos de IVM.

Adriana Bos-Mikich, Mônica Martins da Silva, Gerta N. Frantz, Norma P. Oliveira, Nilo Fratnz.

Objetivos: A maturação in vitro de oócitos humanos é uma tecnologia ascendente no tratamento da infertilidade conjugal, especialmente para pacientes portadoras de ovários policísticos ou tipo-policísticos. Assim, o conhecimento de características do desenvolvimento embrionário pós-IVM é de fundamental importância para o aprimoramento da metodologia e dos resultados alcançados. Nosso objetivo foi analisar a frequência de zigotos aneuplóides e embriões precoces oriundos de oócitos maturados in vitro.

Métodos: Análise retrospectiva de 52 ciclos de IVM.

Resultados: Observamos que a frequência de zigotos aneuploides (1Pn ou 3Pn) de 20% é mais elevada pós-IVM, do que aquela relatada em ciclos estimulados. Por outro lado, a detecção de embriões precoces acarreta em uma taxa superior de gestações químicas e implantações nas pacientes que recebem pelo menos um embrião precoce no grupo de transferência.

Conclusões: Nossos dados mostram haver um índice aumentado de fertilizações anormais em ciclos de IVM, provavelmente resultado de uma maturação citoplasmática inadequada ou imcompleta ex-vivo. Entretanto, como em ciclos estimulados, observa-se a ocorrência de embriões precoces e a sua transferência aumenta significativamente as taxas de implantação enfatizando a importância da sua detecção e seleção para transferência.

Palavras-chave: IVM, aneuploidias, embriões precoces.


Fonte: JBRA- Assisted Reproduction, V.16, nº4, Jul-Aug 2012

Comparação do protocolo curto do GnRH agonista e GnRH antagonista em pacientes brasileiras normo-respondedoras submetidas ao primeiro ciclo de estimulação ovariana controlada

Jalsi Tacon Arruda, Mário Silva Approbato, Mônica Canêdo Silva Maia, Tatiana Moreira da Silva, Carolina Rodrigues de Mendonça, Marisa de Sousa Ramos, Shirley Ribeiro Rodrigues, Maria Zélia Pires Brito.

Objetivo: avaliar os resultados do agonista do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH-ag) e do antagonista do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH-ant), utilizando dose diária fixa de FSH recombinante em pacientes brasileiras normo-respondedoras submetidas ao primeiro ciclo fertilização in vitro ou injeção intracitoplasmática de espermatozóides (FIV/ICSI).

Métodos: um total de 50 mulheres foram incluídas neste estudo retrospectivo comparativo. As pacientes foram estimuladas com 150 UI/dia de FSH recombinante (folitropina alfa). No grupo de GnRH-ag foi administrada uma dose diária de acetato de leuprolide (protocolo curto 1 mg) desde o dia 1 do ciclo até o dia da injeção de hCG. No grupo de GnRH-ant foi administrada uma dose diária de acetato de cetrorelix (0,25mg) quando os folículos atingiram um diâmetro de >14 mm. Recombinante da gonadotrofina coriônica humana (250 ug rhCG) foi administrada quando havia pelo menos três folículos de 18 mm de diâmetro. Foram comparadas as características da estimulação e os resultados de ambos os protocolos.

Resultados: dias de estimulação com FSH recombinante (11,0 vs. 9,24; p=0,0091) dose total de FSH recombinante (2,094 vs. 1,365 UI; p<0,0001, dias utilizando GnRH (12,0 vs. 3,6; p<0,0001), e dose total de GnRH (1,2 vs. 0,9mg; p=0,0001) foi menor no grupo antagonista do GnRH. O número de folículos (>16 mm) no dia da rhCG (6,76 vs. 4,64; p=0,04) foi maior no GnRH-ag. Não houve diferenças nos outros parâmetros, no entanto, o número de oócitos recuperados (5,92 vs. 4,16; p=0,06) foi maior no grupo do agonista do GnRH, mas a taxa de fertilização (49,1 vs 70,8%; p=0,29) foi maior no antagonista do GnRH. As taxas de gravidez química e clínica foram semelhantes em ambos os grupos.

Conclusão: a estimulação ovariana controlada tem um papel importante na reprodução humana e sabe-se que, em pacientes normo-respondedoras, o primeiro ciclo de tratamento expõe a paciente a um risco de uma resposta baixa ou excessiva. Neste estudo GnRH-ag e GnRH-ant proporcionaram resultados comparáveis, mas no protocolo antagonista foi menor o período de estimulação.

Palavras-chave: GnRH agonista, GnRH antagonista, resposta ovariana normal, infertilidade.

Fonte: JBRA Assisted Reproduction, V.17 nº5, Sep-Oct/2013


Anel vaginal de progesterona para o suporte lúteo após super-ovulação em ciclos de Inseminação intra-uterina: estudo piloto.

Juan-Enrique Schwarze, Sonia Villa, Alejandro Manzur, Amiram Magendzo, Ricardo Pommer.

Objetivo: O objetivo principal deste estudo foi comparar a frequencia de gravidez por ciclo em paciente submetidas a inseminação intrauterina depois da indução ovulatória com ou sem apoio da fase lútea Fertiring.

Materiais e Método: Se realizó um estudo multicêntrico, com a participação de três unidades de medicina reprodutiva. Os casais avaliados tinham o diagnóstico de infertilidade sem causa aparente e era seu primeiro ciclo de inseminação intrauterina através da indução da ovulação com FSHr (Puregon) e indução da ovulação com HCG urinário(Pregnyl). O dia da inseminação as pacientes foram randomizadas a receber um suplemento de fase lútea com um anel vaginal com progesterona (Fertiring) ou a nenhum suplemento.

Resultados: Cem pacientes foram convidadas e completaram o estudo, 47 receberam suporte de fase lútea com Fertiring e 53 não receberam. A frequência global de gravidez foi de 15%, foi maior, ainda que sem diferença significativa, no grupo que recebeu suporte de fase lútea com Fertiring (19,1%) do que no grupo que não recebeu(11,3%).

Conclusão: Neste estudo, as pacientes submetidas a indução de ovulação com Puregon e que receberam suporte de fase lútea com Fertiring mostraram uma maior frequência de gravidez que aquelas que não receberam suporte de fase lútea, ainda que esta não alcançou estatística significativa.


Fonte: JBRA-Jornal Brasileiro de Reprodução Assistida-V.17, nº5 Set/Out/2013.





 
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