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Perguntas Frequentes

1. Durante o período fértil, tendo relação sexual, vai ocorrer gravidez?

Não obrigatoriamente, pois para acontecer gravidez há outros fatores envolvidos, como: as tubas têm que capturar o óvulo, os espermatozóides têm que passar pelas tubas para penetrar o óvulo e então fertilizá-lo e o embrião formado tem que ser transportado até o útero e ser implantado. Toda essa fisiologia pode ser comprometida devido a fatores, como doenças que geram um defeito impedindo a gravidez.

2. Porque não ocorre gravidez?

Alterações que podem impedir a gravidez e as formas de diagnóstico, seguem abaixo:
- Falhas na produção de espermatozóides: são evidenciadas através de um espermograma.
- Defeitos da ovulação: o ultrassom transvaginal pode mostrar se houve ovulação ou não; as dosagens de hormônios podem indicar alterações na produção de óvulos pelos ovários.
- Obstrução das tubas: em geral por endometriose ou infecções ginecológicas repetidas, impedem o transporte de gametas, isto se verifica através de um exame chamado Histerossalpingografia.
- Incompatibilidade entre muco cervical e espermatozóide: presume que esta incompatibilidade dificulta a entrada do espermatozóide no genital feminino e impeça a fertilização do óvulo.
- Falha na fertilização do óvulo: defeitos nos espermatozóides, podem ser verificados por testes específicos, podem impedir sua fusão com o óvulo.
- Falha de implantação: a implantação do embrião na cavidade uterina pode não acontecer e dificultar a gravidez. Não existem ainda testes adequados para esta avaliação.

3. Como saber se há algum problema de fertilidade?

Quando um casal tenta ter filhos durante pelo menos um ano, e isso não acontece, na maioria das vezes, existe algum obstáculo que impede essa gravidez. Sendo assim, o casal deve procurar um médico especialista, para avaliação, uma vez que o diagnóstico de infertilidade é muito importante na escolha do procedimento a ser adotado para resolução do problema que afeta o casal.

4. Quais são os procedimentos de Reprodução Humana Assistida?

Os procedimentos de Reprodução Humana Assistida aproximam o espermatozóide do óvulo, tornando mais fácil a obtenção de gravidez. Basicamente são Três:
- Inseminação Intra-Uterina (Inseminação Artificial)
- Fertilização In-Vitro
- ICSI (Injeção Intra-Citoplasmatica de Espermatozóide)

O uso de uma ou outra técnica e a probabilidade de gravidez por uma delas depende do diagnóstico do casal, isto é, o problema de fertilidade não é só do homem nem só da mulher, mas dos dois. Por isso não adianta só um dos dois fazer o exame para diagnóstico: é absolutamente necessário que o casal seja examinado e diagnosticado.

5. A mulher têm que fazer uso de medicação para passar por tratamento de Reprodução Humana Assistida?

Sim. Estas medicações são os hormônios, eles agem nos ovários da mulher, permitindo o crescimento de mais de um folículo ( lugar onde fica o óvulo) em ambiente mais favorável o que tem permitido obter uma taxa de gravidez maior. Esses hormônios são injetáveis e chamam-se de modo geral, gonadotrofinas, dos quais o mais importante é o Hormônio Folículo Estimulante (FSH).

6. Os hormônios do tratamento possuem efeito colateral?

Sim. A sua magnitude depende da sensibilidade de cada paciente. Os sintomas mais comuns são:
- O aumento do peso, por retenção de líquido (Logo após o tratamento é eliminado pela urina).
- A prisão de ventre
- A piora de algumas doenças pré-existentes (enxaqueca, gastrite, varizes)
- Raramente, o aumento da coagulabilidade do sangue, permitindo a ocorrência de tromboses e embolias

7. Quais são as diferenças entre Inseminação Intra-Uterina e Fertilização In-Vitro?

  Inseminação intrauterina Fertilização in vitro
Tubas (trompas) Pelo menos uma tuba íntegra Tubas não funcionam ou estão obstruídas
Motilidade espermática Pelo menos 5 milhões de espermatozoides móveis Menos de 5 milhões de espermatozoides móveis
Morfologia estrita dos espermatozoides Maior que 4% Menor ou igual a 4%
Cirurgia nenhuma Para extração dos óvulos
Custos menores maiores
Porcentagem (média) de gravidez 20 a 40% 30 a 60%
8. Quando não há óvulos ou o homem não produz espermatozóides, seja por alguma doença acometida ou genética, o casal ainda pode ter filhos?

Sim. No caso do homem, o casal pode utilizar o Banco de Sêmen (sêmen de doador). No caso de insuficiência ovariana, podem ser utilizados óvulos doados (ovodoação). Em ambos os casos a doação é espontânea e anônima.

9. O que pode comprometer a qualidade do sêmen?

A varicocele, dilatação venosa que surge no escroto, é uma causa associada a deficiência na produção de espermatozóides. Acredita-se que a dilatação das veias produza o aumento da temperatura no local, acarretando a redução tanto no número quanto na motilidade dos espermatozóides.As infecções dos testículos (orquiepididimites) podem produzir tanto a redução do número quanto a não produção de espermatozóides.

A criptorquidia, testículos que não descem para o escroto, pode produzir a ausência de espermatozóides no líquido seminal. Há também as alterações hormonais, causando deficiências na produção dos gametas masculinos. os hormônios frequentemente envolvidos são prolactina, FSH, hormônio luteinizante (LH) e testosterona.

10. O Homem é vasectomizado. O que fazer: Reversão de vasectomia ou Fertilização In-Vitro?

Casais cuja causa da infertilidade é a vasectomia prévia, podem ser tratados de duas formas. Uma delas é a reversão da vasectomia (recanalização dos vasos deferentes), cuja realização por microcirurgia produz resultados expressivos em termos de permeabilidade e de taxa de gravidez. Outra é a realização de fertilização in vitro, com resultados aceitáveis em relação à taxa de gravidez. A escolha de um ou de outro procedimento depende de vários aspectos, alguns dos quais estão descritos a seguir. 

A saber:

  1. Tempo de vasectomia: quanto menor esse tempo, maiores são as taxas de gravidez. Assim, em indivíduos com até 10 anos, essa taxa ultrapassa 70%; com mais de 10 anos, cai para 44%.
  2. Forma pela qual foi realizada a vasectomia: se houve cauterização extensa ou se foi retirado um fragmento de maior comprimento dos vasos deferentes, então a reversão pode não ser possível por falta de possibilidade material de efetuar a recanalização.
  3. Modo de se realizar a reversão: a utilização de técnicas microcirúrgicas (realizadas sob microscópio cirúrgico) produzem resultados de quase 100% de recanalização, sendo consideradas as mais eficientes para a reversão da vasectomia. Técnicas com utilização de lupa cirúrgica ou a olho “nu” produzem resultados piores tanto para as taxas de permeabilidade quanto para as taxas de gravidez.
  4. Permeabilidade tubária da parceira: se o pensamento de reverter a vasectomia está ligado à fertilização natural, então deve existir boa funcionalidade tubária, sem o que a gravidez natural não ocorre. Portanto, alguma avaliação do potencial tubário da mulher (em geral, a histerossalpingografia) deve ser realizada antes da decisão de reverter ou não a vasectomia.

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